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  • Leitura Atual: O Jogo ds Contas de Vidro de H. Hesse

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Não Há de Ser Nada - O Teatro Mágico

Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba,

quando a lua se põe O abraço de um vampiro é o sorriso de um amigo e mais nada Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe A estrela que eu escolhi não cumpriu com o que eu pedi E hoje não a encontrei

Pois caiu no mar, e se apagou Se souber nadar, faça-me o favor O milagre que esperei nunca me aconteceu Quem sabe só você Pra trazer o que já é meu

Brilha onde estiver Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé [bis]

Composição: Fernando Anitelli

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