Quero apossar-me do é da coisa. Quero possuir os átomos do tempo. Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada. Mas bem sei o que quero aqui: quero o inconcluso. Quero a profunda desordem que no entanto dá a pressentir uma ordem subjacente. Um dia eu disse infantilmente: eu posso tudo. Era a antevisão de poder um dia me largar e cair num abandono de qualquer leI. C. L.
Dicas
- Leitura Atual: O Jogo ds Contas de Vidro de H. Hesse
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Tenho um jardim do qual
procuro cuidar bem
Sempre procurei cultivar
belas flores com raìzes profundas
nas podesse confiar.
Cultivei em meu jardim
uma flor pra
mim desconhecida.
Tratei-a melhor que as outras
para que se mantesse viscosa
e ela cresceu e dominou meu jardim.
Deixou de ser um flor
para se tornar uma
erva daninha,
Da qual não consigo
me libertar!
Não consigo arrancá-la
pela raíz nem tampouco
envenená-la sem
contaminar as outras.
Terei eu que deixá-la
morrer aos poucos?
E conseguirei não morrer
com ela?
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Olá! Sou um dos autores do livro Ventos Poéticos. Deixo aqui o link do meu blog. sintam-se à vontade para seguir e comentar.
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